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Travessa do Alecrim, nº 4
1200-019 Lisboa
(+351) 21 322 53 68
 

Horário
Alecrim às Flores aberto todos os dias, excepto Sábado ao almoço e dias feriados.
Almoços - 12h30 às 15h00
Jantares - 20h00 às 23h00

Espaço
Tem 42 lugares sentados no seu interior e 16 na esplanada. Tem, ainda, 5 lugares sentados na barra e 10 lugares em pé junto ao bar.

 
 
 
 
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Espaço
O “Alecrim às Flores” é um restaurante com bar e esplanada, localizado em pleno centro histórico da cidade de Lisboa, no prolongamento do Bairro Alto e a meio caminho entre o Chiado e o Cais do Sodré.

O espaço actualmente ocupado pelo restaurante foi no passado próximo uma fundição e antes disso aí funcionou a “Cantina Marquês de Pombal”, prenúncio da actual utilização feita pelo “Alecrim às Flores”.

A reconstrução e adaptação realizadas, sobre um espaço de matriz pombalina, respeitaram integralmente e valorizaram os elementos arquitectónicos da época.
Arcadas e abóbadas em pedra e tijolo-burro, tectos de tijolo-burro em berço e lajedo da época foram recuperados e integrados como elementos cénicos e decorativos, conferindo ao espaço uma atmosfera sóbria e despojada o que, associado a uma decoração minimalista, cria um ambiente monástico mas, ao mesmo tempo, acolhedor.

O projecto de arquitectura, da autoria do Arq.º João Lino, valorizou os elementos arquitectónicos pré-existentes, através da utilização de materiais igualmente nobres como a pedra e as madeiras exóticas, conseguindo assim um resultado final equilibrado mas onde os contrastes entre o moderno e o clássico são suficientemente assinaláveis.

A decoração, a cargo de Joana Mantero Moraes e Sofia Vaz Antunes em estreita ligação com o Arq.º João Lino, seguiu os propósitos do projecto de arquitectura de interiores, mantendo o ambiente monástico do espaço mas utilizando cores e materiais que visam dar luz, calor e comodidade ao “Alecrim às Flores”.
O ambiente resultante deste trabalho é simpático e acolhedor e a decoração moderna reflecte e valoriza o carácter oitocentista da arquitectura.

Cozinha
A cozinha é internacional de raiz mediterrânica embora com uma influência forte e muito sensível da cozinha tradicional portuguesa com um toque de contemporaneidade que o nosso Chefe, Ricardo do Canto, introduz na confecção e apresentação de cada prato.

Recomendamos para começar os carpaccios de bacalhau, de salmão ou de vitela com rucola ou, alternativamente, o foie de aves com mel e vinho Xerez.
Experimente, ainda, a pasta negra com camarão tigre ou o bife do lombo grelhado com vinagre balsâmico e rucola.
Finalmente, conclua com o imperdível gelado do Eusébio, uma surpresa com chocolate de duas texturas, natas e morango ou frutos do bosque.

História
“A quadratura do círculo”
O projecto “Alecrim às Flores” surgiu de uma conversa entre dois amigos, Domingos Telles da Gama e Carlos Vaz Antunes. O primeiro, como cozinheiro, tinha o “saber fazer” e a experiência de restauração e o segundo, o espaço.

O objectivo, definido por ambos, era criar um pequeno restaurante de cozinha de inspiração mediterrânica de bom nível com uma qualidade de serviço média/alta num espaço bonito, apelativo e onde apetecesse ficar.
Onde, igualmente, a decoração e os materiais empregues fossem de muita qualidade e com um mise-en-place irrepreensível.
Finalmente, um projecto que, oferecendo tudo isto, pudesse vir a ser reconhecido como um restaurante com um preço-médio baixo.
Numa palavra, procurávamos “a quadratura do círculo”. Estamos, hoje, convencidos de que já a encontrámos.

Numa fase de pré-abertura e, com a saída de Domingos Telles da Gama do projecto, por razões profissionais, entrou para a sociedade e para o “Alecrim às Flores” um, também, amigo comum, João Mantero Moraes que fazendo jus às suas origens e à responsabilidade como Gerente do projecto, introduziu um acento alentejano no conceito em desenvolvimento.

Tendo aberto ao público no dia 6 de Outubro de 2003, verificamos já, e com satisfação, que o “Alecrim às Flores” é conhecido de muitos e reconhecido por grande parte destes como uma referência da restauração de Lisboa.